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O ritmo jamaicano torna-se patrimônio Imaterial da Unesco

A  (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) incluiu ontem quarta-feira dia 28 de novembro a musica reggae para lista de patrimônio imaterial da sua organização. A Unesco Preza  por a preservação das atividades culturais no sentido da importância do  trabalho social para  toda uma nação ao redor do mundo.  Como todos sabem a musica vem da jamaica e desde os anos sessenta cresce pelo planeta cada década mais e mais. ”O reggae tem um sentido, a maioria das pessoas no mundo já  passaram por essas situações. Essa musica vem do povo que sofre, as massas sofridas. Não vem da classe alta.” Disse o maior responsável por essa onda que não conhece barreiras (Robert Nesta Marley) em uma das suas famosas entrevistas. Bob Marley e seus amigos cantores (Toots Hibbert, Dennis Brown, Burning Spear, Lee Perry etc.)  pregavam e ainda pregam (Aqueles que estão vivos) nas suas mensagens o combate contra qualquer tipo de  injustiça,racismo, o direito do povo preto, dos oprimidos e claramente a implantação do amor e paz para a cura e unificação em  todo o mundo, fatores que somaram para esse reconhecimento. A Histórica fabrica de talentos da musica jamaicana (Alpha Boys School) que formaram e  impulsionaram através de trabalhos sociais voltado para musica dando-lhe fama internacional, geniais grupos e cantores a exemplo do (The Skatalites, Ken Boothe, The Wailers) e outros  inúmeros. Assim como os festivais realizados na ilha da raiz do reggae (Sumfest e Rebel Salute) e seus vários acontecimentos dentro do campo da musica/arte e entretenimento para juventude foram os principais fatores citados pela organização para que o reggae entrasse de fato na essencial  lista. O Brasil conheceu o reggae nos anos setenta  na capital reconhecida pelo mundo como a ”Jamaica Brasileira” São Luis Ma. Que obteve muitos  discos na sua maioria de  reggae roots da jamaica através dos Djs e colecionadores maranhenses  para tocar nos bailes com suas radiolas dando característica para capital como já citamos, enaltecendo a musica rasta por aqui até os dias de hoje. Inclusive em São Luis está o primeiro museu especializado em reggae no Brasil no qual tem partes da imensurável história desse ritmo que não nos foi implantado, apenas chegou, e gostamos naturalmente. Também por aqui, agora na Bahia temos em atividade desde de 2003 o festival republica do reggae. Um dos grandes expoentes para cultura do som de JAH no país, fazendo conexão Brasil/Jamaica/Europa com shows internacionais e nacionais na divulsão do ritmo em terras tupiniquins. Essa é mais uma conquista do povo sobre a babilônia e suas discriminações de que tudo que vem do ”Terceiro mundo”, Favelas Etc. Não tem valor. By We are All Warriors.

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